Mão-boba e ‘corte’ na rainha: veja gafes de Trump durante visita do rei Charles III

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Uma visita de quatro dias do rei Charles III e da rainha Camila aos Estados Unidos, com looks de aproximação institucional entre Washington e Londres, ganhou contornos de episódio diplomático ao longo da passagem pela Casa Branca. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — que está no cargo desde janeiro de 2025 — protagonizou uma sequência de gafes que dominaram a cobertura, em meio a tensões diplomáticas recentes entre os dois países por causa do Irã.

Na terça-feira, 28, ao recebê-los na residência presidencial, Trump foi flagrado em dois momentos que viralizaram nas redes. Primeiro, ele passou a mão nas costas da primeira-dama Melania Trump, em um gesto amplamente interpretado como inadequado para a ocasião. Em seguida, já ao lado de Charles III e Camila, outro episódio captado por câmeras mostrou o republicano fazendo um movimento que muitos consideraram invasivo ao cumprimentar a rainha Camilla, ao se adiantar na fila de saudações.

No dia seguinte, o Los Angeles Times informou que Trump, durante o jantar de Estado, relatou detalhes da reunião particular com o rei. Segundo a reportagem, o presidente descreveu que Charles III concordou com a ideia de que o Irã não deveria possuir armas nucleares. A prática de divulgar conversas privadas entre monarquias é amplamente vista como uma quebra de protocolo, já que o soberano britânico deve manter-se acima de disputas públicas e não intervir nelas.

A sequência de gafes não é inédita no histórico de encontros entre Trump e a realeza britânica. Em 2018, durante uma visita à rainha Elizabeth II em Windsor, o então presidente atrasou-se mais de 10 minutos para o encontro, não se curvou ao cumprimentá-la e, ao seguir para a vistoria da tropa, acabou virando de costas para a monarca — episódios que também foram amplamente comentados pela imprensa internacional.

Especialistas destacam que a controversa agenda diplomática envolvendo Estados Unidos e Reino Unido, especialmente diante das tensões em torno do Irã, criou um cenário sensível para a visita real. A presença de Trump em momentos do encontro alimentou debates sobre o papel do líder americano em cerimônias protocolares, a observância de regras de confidencialidade entre chefes de estado e a linha tênue entre política interna e relações com a monarquia britânica.

Como desfecho, observa-se que o episódio acrescenta mais um capítulo à conversa sobre protocolos, etiquetas e a imagem pública de lideranças em situações de alto peso institucional. E você, leitor, o que acha dessas atitudes em encontros entre chefes de Estado e monarcas? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você avalia o equilíbrio entre política, protocolo e cortesia em eventos diplomáticos internacionais.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

EUA fazem audiências públicas sobre práticas comerciais do Brasil

O Brasil está no centro de duas audiências públicas em Washington promovidas pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) para avaliar práticas...

Sobe para 2.595 número de mortos em terremotos na Venezuela

Dois terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram La Guaira, na Venezuela, na noite de 24 de junho, deixando ao menos 2.595 mortos...