Resumo: uma cliente de 35 anos, Huíla Borges Klanovichs, foi identificada após agredir uma atendente de 34 anos no drive-thru do McDonald’s da Asa Norte, no Distrito Federal, na madrugada de sexta-feira (1/5). o episódio teve início com desentendimento sobre cebola no sanduíche. A Polícia Militar foi acionada e o caso já tramita na Justiça. A rede informou apoio integral à funcionária e rejeita qualquer violência.
Segundo a versão da agressora, a vítima a desrespeitou ao pedir para remover a cebola, devido à alergia severa de Huíla. Ela afirma que, ao explicar a situação, foi maltratada pela atendente e que houve a sugestão de acionar a polícia. Já a funcionária afirma que, ao trocar o pedido, Huíla a humilhou e exigiu um pedido de desculpas, o que não foi atendido, levando aos tapas.
“A cliente se revoltou, porque o sanduíche veio com cebola. A atendente foi trocar o pedido e, quando voltou, a cliente exigiu um pedido de desculpas, humilhando a vítima. Quando ela disse que não devia pedir desculpas, foi agredida”, informou o delegado responsável pelo caso, Wellington Barros.
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada por volta da 1h para atender à ocorrência de agressão. A vítima afastou-se do balcão, enquanto outro funcionário dialogou com a agressora. Segundo a PCDF, Huíla foi ouvida e liberada após prestar esclarecimentos; o caso segue tramitando no Judiciário.
Em nota, o McDonald’s informou ter tomado as providências necessárias no momento do ocorrido, acionou as autoridades e oferece todo o apoio à funcionária. A empresa ressaltou que repudia veementemente qualquer violência e reafirmou o compromisso com um ambiente seguro e respeitoso para moradores e clientes da cidade.
A opinião dos moradores da Asa Norte fica no ar: você acha que esse tipo de episódio exige respostas mais duras das redes de fast food e das autoridades? Deixe sua visão nos comentários e participe do debate.
