Viúva pede pena máxima para assassino de motorista de van: “Covardia”

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Resumo: Adriano de Jesus Gomes, motorista de transporte escolar de 50 anos, foi morto a tiros em Samambaia Norte (DF) em 6 de fevereiro de 2025. Francisco Evaldo de Moura, o suspeito, está preso e o julgamento está marcado para 21 de maio. A família clama pela pena máxima de 20 anos e busca justiça pelo que ocorreu diante do filho.

No dia do crime, Francisco discutiu com Adriano e o filho da vítima, Gabriel, após ver o carro do jovem estacionado em área pública. Câmeras registraram a discussão, seguida dos disparos. Adriano foi atingido e não resistiu; Gabriel conseguiu fugir, sem ferimentos graves.

Após a autoria dos disparos, Francisco fugiu em um Chevrolet Onix prata. A Polícia Civil instaurou o caso como homicídio na 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte). A defesa ainda não se manifestou publicamente, e o espaço para eventuais defesas continua aberto.

A família de Adriano descreve o casal como unido, ativo na igreja, com o hábito de andar de bicicleta. A esposa Elaine de Cássia Ferreira Gomes, de 59 anos, relembra os planos interrompidos: vender a residência, abandonar o transporte escolar e investir em artesanato; sonhavam com um motorhome para viajar pelo Brasil. A vida do casal ganhou um novo peso após a perda, com funeral, dívidas decorrentes de reparos no ônibus e traumas que marcaram o dia a dia de Elaine e do filho Gabriel, que testemunhou parte do ocorrido.

Segundo relatos, as reclamações de Francisco sobre barulho, ônibus e outros fatores se repetiam. No dia do crime, ele teria ido à casa da família para cobrar um serviço de lavagem do carro, após o incidente envolvendo o veículo do filho. O advogado da família afirma que não houve legítima defesa e descreve o ato como covardia, ressaltando que o suspeito, mesmo dentro da casa, efetuou os disparos que tiraram a vida de Adriano e quase atingiram Gabriel.

O crime levou a uma sequência de testemunhos, desabafos da viúva e o debate sobre a aplicação da pena máxima de 20 anos em instância de júri. A reportação destaca ainda que Gabriel, apesar do abalo, permanece como testemunha central no caso, enquanto a cidade aguarda os desdobramentos do processo.


Entenda o crime

  • Na manhã de quinta-feira (6/2), houve discussão entre Francisco Evaldo de Moura, Adriano de Jesus Gomes e o filho da vítima, Gabriel Ferreira;
  • Francisco foi à casa de Adriano e iniciou a discussão após ver o carro de Gabriel estacionado na via pública;
  • Câmeras registraram a conversa e os disparos efetuados contra Adriano e Gabriel;
  • Francisco sacou a arma e atirou pelo menos quatro vezes; Adriano morreu e Gabriel escapou ileso;
  • O suspeito fugiu em Chevrolet Onix prata; o caso é investigado pela 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia Norte).

A família, formada por Elaine e os filhos, mantém a esperança de que a justiça seja feita e que as circunstâncias do crime sejam plenamente elucidadas. O leitor pode acompanhar os desdobramentos do julgamento e dar suas opiniões sobre o tema nos comentários. A violência que tirou Adriano deixa uma marca profunda na comunidade local e reforça a importância de ouvir as vozes que pedem proteção e responsabilidade.

Observação: as imagens acima preservam o registro visual do caso e foram selecionadas por manterem largura superior a 500px, conforme orientação de publicação.

Se você puder compartilhar este relato ou deixar seu comentário sobre como a cidade pode melhorar a segurança, fique à vontade para participar. Sua opinião ajuda a ampliar o debate sobre prevenção, justiça e apoio às famílias impactadas pela violência.

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