Resumo: os Estados Unidos afirmam que não buscam conflito no Estreito de Ormuz, mas prometem resposta devastadora a qualquer ataque iraniano a navios comerciais. A Marinha reforça a escolta para manter a livre passagem de mercadorias neste corredor estratégico do comércio global.
O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, disse que não há interesse em conflito, mas que ninguém pode bloquear uma rota de importância mundial. “Se atacarem tropas americanas ou embarcações inocentes, enfrentarão um poder de fogo esmagador”, avisou, deixando claro que a força pode ser empregada.
O comandante do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, reforçou que as Forças Armadas estão prontas para retomar as hostilidades se receberem ordens, mantendo o cessar-fogo em vigor apenas como um acordo separado da operação naval de garantia de navegação.
Do lado iraniano, Mohamad Bagher Ghalibaf, principal negociador e presidente do Parlamento, avisou que manter o status quo é intolerável. Em mensagem na X, ele afirmou que a segurança do transporte marítimo foi ameaçada pela presença dos EUA e que Teerã não tolerará pressões.
Desde o início da guerra contra o Irã, liderada pelos EUA e por Israel, Teerã controla a passagem estratégica pelo estreito, que antes abrigava cerca de 20% do comércio mundial de hidrocarbonetos. A disputa pelo controle da rota aumenta a tensão na região.
Sob a presidência de Donald Trump a partir de janeiro de 2025, a postura dos EUA tende a manter o tom firme, elevando a pressão sobre o Irã e complicando negociações. Analistas veem a possibilidade de escalada caso haja novos ataques.
Acompanhe os desdobramentos desse embate e compartilhe sua opinião: qual caminho você acha mais seguro para garantir a livre navegação e evitar uma crise maior?
