Blake Lively e Justin Baldoni encerraram uma disputa judicial envolvendo acusações de assédio, difamação e invasão de privacidade durante as filmagens do filme adaptado de Colleen Hoover, “É Assim Que Acaba”. O acordo foi revelado duas semanas antes da abertura oficial para a seleção do júri, com termos que não foram tornados públicos.
A ação, protocolada em dezembro de 2024, dizia que o set vivia uma atmosfera sexualizada e que houve tentativas de silenciar testemunhas. Do total de acusações, 13 foram rejeitadas por um juiz federal por questões técnicas, entre elas denúncias de assédio e difamação.
Restaram três acusações — retaliação, auxílio e incentivo à retaliação e quebra de contrato — que não eram dirigidas a Baldoni pessoalmente, mas à produtora Wayfarer e a uma empresa de relações públicas contratada pela equipe dele.
Em comunicado conjunto, os advogados de Lively e dos réus reconheceram que a produção apresentou desafios e que as preocupações da atriz mereciam ser ouvidas. Baldoni afirmou ter tomado as medidas cabíveis para esclarecer as questões assim que surgiram, inclusive com a contratação de uma empresa de gestão de crises após críticas públicas.
Com o acordo, o caso não foi a julgamento. Detalhes sobre o desfecho não foram divulgados, e o interesse público incluiu nomes de destaque como Taylor Swift, Gigi Hadid e Hugh Jackman, que, segundo Lively, poderiam ter informações relevantes para a narrativa.
A repercussão desse desfecho levanta perguntas sobre o ambiente de trabalho na indústria do cinema. O que você acha: acordos judiciais nesse tipo de disputa ajudam a trazer transparência ou deixam lacunas no que realmente aconteceu nos bastidores? Comente abaixo com sua opinião.
