Executiva teria transformado subordinado em “escravo sexual”

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: o caso envolve acusações de assédio sexual contra Lorna Hajdini, diretora executiva da divisão de Financiamento Alavancado do JPMorgan Chase, por Chirayu Rana, funcionário júnior. A denúncia sustenta coerção, abusos e pressões para que o subordinado aceitasse atos sexuais. O banco afirma ter concluído uma investigação interna sem irregularidades e Hajdini continua na instituição. A história ganhou ampla cobertura da imprensa norte?americana.

Segundo o processo, Hajdini teria usado seu cargo para pressionar Rana, incluindo ameaças de prejudicar a carreira caso não atendesse a pedidos sexuais. A acusação também aponta o uso de sedativos para facilitar avanços não consensuais e episódios de humilhação durante o relacionamento profissional.

A defesa de Hajdini nega as acusações, classificando-as como infundadas. O JPMorgan sustenta que a investigação interna analisou e-mails, registros e dispositivos e não encontrou indícios de irregularidades, mantendo Hajdini no cargo. A empresa também afirma que Rana se ausentou da licença remunerada sob circunstâncias pessoais, o que, segundo o banco, foi usado para o processo.

A imprensa cita testemunhas que relatam conduta considerada predatória, incluindo episódios ocorridos durante uma visita a Nova York, com comportamentos que o processo descreve como coercitivos. O relato sustenta que tais ações violaram limites profissional e pessoal, alimentando o contencioso legal.

Enquanto o caso avança, especialistas ressaltam a importância de políticas de conduta no ambiente de trabalho e de investigações transparentes em grandes empresas. Qual é a sua opinião sobre como empresas devem lidar com denúncias desse tipo, equilibrando a defesa de todos os lados? Compartilhe seu ponto de vista nos comentários.

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