O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, em entrevista ao Jornal Jovem Pan, que o Brasil foi o país menos atingido pela guerra entre EUA e Israel contra o Irã. Em meio à volatilidade global, ele disse que o Brasil registrou quedas menores nos preços dos combustíveis do que várias nações, apesar de alguns aumentos próximos de 20%. Durigan ressaltou que o país não pode ficar alheio ao conflito; com o petróleo em patamar mais alto, o Brasil, exportador, tende a arrecadar mais recursos, fortalecendo a economia local.
Em meio ao cenário de tensões no Oriente Médio e aos impactos na oferta global de petróleo, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou que o Brasil alcançou recorde de produção em março: 5,531 milhões de barris de petróleo equivalente por dia (boe/d), ante 5,304 milhões de boe/d em fevereiro. Os números destacam a resiliência do setor de petróleo e gás brasileiro, mesmo com o contexto externo desafiador.
Durigan também lembrou que o Brasil não pode se tornar apenas espectador da guerra. Com o petróleo mais caro, o país, que é exportador, tende a aumentar a receita pública, o que ajuda a financiar políticas e investimentos. A entrevista reforça a percepção de que, embora o cenário internacional seja complexo, o Brasil tem conseguido manter uma posição relativamente estável em relação aos combustíveis domésticos.
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