Resumo para leitura: moradores da região de Santa Catarina devem optar por protetores com FPS mínimo de 30, proteção de amplo espectro contra UVA/UVB e aplicar corretamente para enfrentar a alta radiação solar, mesmo em dias nublados.
A radiação solar envolve UVA, que penetra a pele com mais profundidade e está ligada ao envelhecimento e ao risco de câncer, e UVB, responsável pelas queimaduras. No litoral de Santa Catarina, a reflexão da areia e da água aumenta a exposição. Assim, a proteção diária é indispensável durante o ano, não apenas na praia.
Ao escolher o protetor, considere o nível de proteção contra UVB (FPS), a proteção UVA e o tipo de pele. Procure marcas com UVA/PPD explícito ou com a legenda amplo espectro (a UVA deve ser pelo menos um terço do FPS). Peles oleosas devem preferir gel ou sérum oil-free; peles secas, cremes ou loções mais hidratantes; peles sensíveis costumam tolerar bem filtros físicos (óxido de zinco, dióxido de titânio). Para atividades com suor ou água, escolha resistência à água.
Aplicação correta faz a diferença: use a quantidade certa com a regra da colher de chá para cada área, aplique em pele seca 15 a 30 minutos antes da exposição e reaplique a cada duas horas, ou após suor intenso, contato com água ou fricção com toalha. Não deixe orelhas, nuca, pescoço, dorso das mãos e pés sem proteção.
Este guia traz informações gerais e não substitui orientação médica. A escolha ideal depende de características da pele e do estilo de vida de cada pessoa. Consulte um dermatologista para indicação específica, especialmente na região de Santa Catarina.
Compartilhe nos comentários como você cuida da pele sob o sol e quais dúvidas você tem sobre protetores solares. Vamos trocar experiências para ajudar mais moradores da região a se proteger com equilíbrio e prática.
