Cannes 2026: Coproduções brasileiras que vão brilhar no maior festival de cinema do mundo

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Cannes 2026 abre no dia 12 de maio, na Riviera Francesa, reunindo estrelas, cineastas premiados e filmes que podem ditar a temporada de premiações. Mesmo sem um longa brasileiro na Palma de Ouro, o Brasil aparece no festival por meio de coproduções internacionais com DNA nacional e presença firme no Marché du Film, além de ações em seções paralelas como a Quinzaine des Réalisateurs e a Semana da Crítica.

La Perra: Selton Mello integra o elenco de uma coprodução Chile-Brasil, dirigida por Dominga Sotomayor. O filme acompanha Silvia, mulher isolada em uma ilha no sul do Chile, que desenvolve uma ligação profunda com uma cachorra chamada Yuri. O drama psicológico mistura solidão e traumas, com uma participação de Mello que a diretora criou especialmente para ele, conferindo significado simbólico na trajetória internacional do ator.

Seis Meses no Prédio Rosa e Azul: o longa figura na competitiva da Semana da Crítica, espaço que costuma revelar novos talentos do cinema mundial. A produção tem envolvimento brasileiro e reforça a presença do Brasil em espaços dedicados à descoberta de cineastas emergentes.

Paper Tiger: com Scarlett Johansson e Adam Driver no elenco, o filme é outra coprodução brasileira, realizada via RT Features, a mesma produtora por trás de títulos como Me Chame pelo Seu Nome e Ainda Estou Aqui, que mantém o Brasil ativo no cenário internacional.

Elefantes na Névoa: dirigido pelo nepalês Abinash Bikram Shah, a coprodução brasileira fica a cargo da Bubbles Project. O longa aposta em uma trilha sonora criada inteiramente por brasileiros e narra a vida de um vilarejo cercado por uma floresta de elefantes, prometendo atmosfera singular.

Brasil fora da Palma de Ouro, mas presente na planta do festival: a edição de 2026 não traz país na competição principal, após o destaque de O Agente Secreto no ano anterior. Mesmo assim, o país mantém força em Cannes por meio de coproduções, talentos que surgem e a participação consolidada no Marché du Film, o gigantesco mercado de negócios do evento.

E você, qual projeto brasileiro em Cannes 2026 mais chamou sua atenção? Conte nos comentários o que espera desta edição e quais coproduções brasileiras você acompanha com mais entusiasmo.

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