‘Sistema eletrônico de votação constitui patrimônio da democracia’, diz Nunes Marques

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O ministro Kassio Nunes Marques tomou posse nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em discurso, ele destacou o sistema eletrônico de votação como patrimônio institucional da democracia brasileira e apontou o Brasil como referência entre as democracias modernas. A nova composição da corte assume em meio a desafios como desinformação, preservação da confiança pública e a regulamentação da inteligência artificial para as eleições de 2026. Palavras-chave: eleições 2026, TSE, Kassio Nunes Marques, voto eletrônico, IA, desinformação.

Nunes Marques afirmou que o voto eletrônico é um instrumento sólido, que fornece transparência ao processo e reforça a participação cidadã. Ele ressaltou que o modelo já é amplamente reconhecido e que o aperfeiçoamento contínuo é essencial para manter a votação direta, secreta e confiável. Segundo ele, o futuro da democracia não será ditado por máquinas, mas pela escolha consciente dos eleitores.

Sobre o uso da inteligência artificial nas urnas, o presidente do TSE disse que regulá-la é o principal desafio para as eleições gerais de 2026. Ele relatou ter recebido milhares de sugestões e que a principal preocupação é evitar que a IA capture a voz do eleitorado. O tribunal afirma ter criado mecanismos que asseguram o livre exercício da cidadania e fortalecem a confiança pública no sistema.

Além de Nunes Marques, a nova composição do TSE traz André Mendonça como vice-presidente. Também integram a equipe Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano de Azevedo Marques e Estrela Aranha, todos com mandato voltado a manter a corte na linha de defesa do processo eleitoral transparente e robusto.

Com foco na defesa contra a desinformação e na preservação da credibilidade do voto, o TSE se prepara para conduzir as eleições de 2026. A gestão promete manter o voto direto, universal e periódico, assegurando que a democracia seja decidida pelos eleitores, em vez de ruídos digitais. E você, como enxerga o papel do TSE e da IA no futuro do processo eleitoral? Compartilhe sua visão nos comentários.

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