Isabelle Drummond quitou uma dívida de IPTU e Taxa de Coleta de Lixo após uma execução fiscal movida pela prefeitura do Rio de Janeiro. A atriz pagou 56.035,77 reais, mas ainda enfrenta restrições cadastrais em seu CPF, segundo apuração do caso.
A cobrança envolve tributos relacionados aos anos de 2021, 2023 e 2024, referentes a uma sala comercial na Barra da Tijuca. O valor inicial da cobrança era de 46.590,51 reais, acrescido de juros, multa e correção monetária. A ação de cobrança foi suspensa em fevereiro de 2026, após a defesa conseguir o parcelamento da dívida.
Conforme a defesa, a dívida não foi contraída pela atriz, mas pelo inquilino do imóvel. Drummond só ficou ciente do processo após a repercussão na imprensa, e a cobrança já havia sido objeto de acordo para pagamento integral.
O andamento do caso mostrou que o juiz determinou a suspensão do processo até a quitação completa. Em 20 de março de 2026, foi registrado o pagamento integral da dívida. Ainda assim, a assessoria da artista afirma que as restrições cadastrais permanecem e que a quitação pode extinguir o processo, conforme os trâmites legais.
A situação levanta um debate sobre a responsabilidade de proprietários, inquilinos e ocupantes em cobranças fiscais, especialmente no caso de figuras públicas que podem ter impactos reputacionais com disputas financeiras. Moradores da cidade observam como casos assim são resolvidos e quais são os efeitos práticos para o crédito e a elegibilidade de crédito no futuro. Queremos saber sua opinião: como você avalia esse tipo de cobrança quando envolve celebridades e imóveis alugados? Deixe seu comentário abaixo para o seu ponto de vista.
Meta descrição: Isabelle Drummond pagou mais de R$ 56 mil em IPTU e TCDL após execução fiscal envolvendo uma sala comercial na Barra da Tijuca. Entenda os valores, os anos envolvidos (2021, 2023, 2024) e a situação das restrições cadastrais.
