
O TSE chegará às Eleições de 2026 com plenário renovado e regras de rotação para manter a isonomia. Em decisão recente, o STF definiu Dias Toffoli para ocupar a vaga de ministro efetivo, cargo que também o coloca como representante do STF no TSE, após a saída de Carmen Lúcia. Na mesma sessão, Nunes Marques foi eleito presidente do STF e André Mendonça assume a vice-presidência.
Com a nova configuração, o quadro do TSE fica assim: Nunes Marques é o presidente; André Mendonça, o vice-presidente; Dias Toffoli permanece como ministro efetivo e representante do STF no TSE; Antonio Carlos Ferreira é o corregedor-geral, pelo STJ; Ricardo Villas Bôas Cueva assume a vaga do STJ como ministro efetivo; Floriano de Azevedo Marques Neto e Estela Aranha ocupam as vagas de juristas. A vaga que Toffoli deixará no STF será preenchida por Flávio Dino, na função de ministro substituto.
A estrutura do órgão máximo da Justiça Eleitoral permanece com sete integrantes: três vindos do STF, dois do STJ e dois representantes da advocacia, escolhidos entre juristas. Os mandatos duram dois anos, com possibilidade de recondução. A rotatividade visa manter o caráter apolítico e a isonomia nas eleições, garantindo que cada titular tenha substituto da mesma classe.
No registro histórico de 2022, o TSE era presidido por Alexandre de Moraes, com a presidência de Ricardo Lewandowski. Carmen Lúcia era ministra efetiva; Benedito Gonçalves e Raul Araújo representavam o STF, enquanto Sérgio Banhos e Carlos Horbach atuavam como juristas.
E assim, as mudanças chegam para fortalecer a isonomia nas eleições de 2026. O que você acha da nova composição e do papel do TSE e STF nesse processo? Deixe sua opinião nos comentários e participe do debate.
