Belo Horizonte – O comunicador Marco Aurélio confirmou, em evento do Partido Novo neste sábado (16/5) na Região Oeste da capital mineira, sua pré-candidatura ao Senado pelo Novo. A agenda mantém como eixo central a reforma estrutural do Judiciário, com punição exemplar e até prisão de ministros que cometam abusos. Ao falar de alianças, reforçou a importância de costurar espaço político com o PL nos estados.





A pré-candidatura havia sido lançada em 14 de abril, e o encontro serviu para detalhar propostas. Marco Aurélio destacou que a reforma do Judiciário precisa ir além de ajustes superficiais, defendendo mudanças profundas no funcionamento das instituições.
“Minha pauta sempre foi a reforma estrutural da Justiça, com punição aos ministros por abuso de poder, prevaricação, lavagem de capitais, corrupção ativa e passiva e organização criminosa. Precisamos indenizar as vítimas da censura e da perseguição política, que vão muito além do inquérito das fake news. É preciso abrir a caixa-preta do Supremo”, declarou o pré-candidato.
Ele criticou duramente o que chamou de “ditadura da toga” e defendeu que a guerra não é contra instituições, mas contra ministros abusadores. “A guerra é contra os ministros abusadores do Supremo e do sistema de justiça”, enfatizou.
Sobre Flávio Bolsonaro
Sobre a relação partidária, Marco Aurélio avaliou que houve precipitação de Zema em algumas escolhas e defendeu alinhamento estratégico: Para nós é muito melhor termos uma relação boa com o PL, com palanque no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e trabalhar para ter em Minas.
Na linha da reforma, o pré-candidato defende medidas radicais, como a extinção de CNJ, fim da interferência sobre juízes estaduais, reorganização do Ministério Público, além de limitar o poder do TSE e dos TRTs, com migração de competências para a Justiça Federal.
A agenda busca colocar Minas Gerais no centro do debate sobre o futuro da Justiça, mantendo o foco na transparência e na defesa das vítimas de abuso de poder e censura política.
