O pré-candidato ao Senado pelo PL, João Roma, afirma que a oscilação de Flávio Bolsonaro nas pesquisas não abala a aliança. O cenário para a Bahia permanece estável e o grupo acredita na continuidade de forças mobilizadas para derrotar o PT, após vinte anos de governo no estado.
Roma destacou que o recuo registrado foi pequeno, em torno de 5 pontos, e que o candidato adversário principal não teve crescimento expressivo. “Acho que ele não caiu muito. Foi uma oscilação de aproximadamente 5 pontos e já está estabilizado”, disse ao Bahia Notícias. Para ele, esse quadro é menos preocupante para quem lidera a campanha de Lula, e mais refletivo do estágio atual das pesquisas.
Na entrevista, o dirigente também comentou o papel de aliados na Bahia que apoiam ACM Neto para governador, mas não necessariamente acompanham o PL na disputa presidencial. O principal compromisso da aliança no estado, segundo Roma, é derrotar o PT após duas décadas de gestão, reconhecendo a convergência regional mesmo com cenários distintos.
Roma reforçou ainda o objetivo de mudanças para a Bahia, citando críticas a 20 anos de PT, com promessas não entregues. “A Bahia está ficando para trás e o cidadão baiano sofre. Nós estamos aqui juntando forças”, afirmou. Sobre a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, o dirigente disse manter apoio pessoal ao líder nacional, mesmo diante de divergências locais.
Questionado sobre a composição da chapa ao Senado, Roma informou que ainda não há definição sobre suplentes e que as discussões devem avançar após o período junino, com as convenções programadas para julho e agosto. O presidente estadual do PL também comentou declarações de Renan Santos, pré-candidato presidencial, que sugeriu que Flávio Bolsonaro poderia perder força até o período da votação.
