“Eu trocaria tudo para ter ele de volta”, diz viúva de Adalberto. Vídeo

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Um empresário de 35 anos desaparece após um evento de motociclismo no Autódromo de Interlagos e é encontrado morto três dias depois em uma obra próximo ao kartódromo. A Polícia Civil, via DHPP, aponta homicídio por asfixia mecânica. A família luta por respostas enquanto a investigação avança, enfrentando boatos nas redes e dificuldades de cooperação de seguranças do evento.

Adalberto Júnior sumiu na noite de 30 de maio de 2025 e, na sequência, o carro dele foi encontrado no estacionamento. Um corpo foi localizado na canaleta de uma área de obra; a necropsia confirmou a asfixia mecânica como causa da morte. O capacete, encontrado junto ao crânio, chamou a atenção da autoridade para indicar que houve movimento posterior ao impacto.

A esposa, Fernanda Dândalo, lembra da dúvida que chega junto com a dor: a vida em comum, interrompida após o desaparecimento. Ela descreve a falta de respostas, a desconexão entre planos que haviam sido traçados, como a mudança para começar uma nova etapa. Em entrevistas, Fernanda cita ataques de boatos e a pressão de um julgamento público que não condiz com a ausência de provas.

A investigação mira a atuação de seguranças do evento. A empresa responsável, ESC, é apontada pela DHPP como não colaboradora suficiente, dificultando a coleta de depoimentos e a apreensão de dispositivos. Mandados foram cumpridos, e a perícia de mídias e celulares continua para cruzar informações, eliminar contradições e ouvir novas versões.

O advogado da família, Leandro Falavigna, destaca que o caso permanece em segredo de justiça, mas há expectativa de avanço. A delegada Ivalda Aleixo afirma que existem caminhos a seguir e que a investigação pode trazer soluções reais, mesmo com o tamanho do espaço do Autódromo e a ausência de câmeras em pontos críticos.

Galeria de imagens

Os próximos passos da investigação dependem da análise de mídias apreendidas e do cruzamento de versões, para esclarecer se houve participação de terceiros ou falhas de organização no evento. Enquanto isso, a família mantém a esperança de que o caso seja solucionado e que justiça seja feita.

Convidamos você a compartilhar seus pensamentos sobre o caso: o que você acredita ter acontecido, que perguntas devem ser respondidas e como a imprensa pode colaborar com a verdade, sem fomentar boatos. Deixe seu comentário abaixo.

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