O Tribunal da comarca de Itabuna condenou Henrique Alves Galvão a 24 anos e 9 meses de prisão pelo assassinato de Marineide dos Santos Fernandes, ocorrido em setembro de 2024, na cidade de Itabuna.
A promotora de Justiça Mariana Magalhães Toledo Barboza sustentou que o homicídio foi qualificado em razão do sexo feminino da vítima, configurando-se como violência doméstica e familiar contra a mulher; o réu cumprirá a pena em regime inicialmente fechado.
De acordo com a denúncia, no dia 18 de setembro de 2024, o casal discutiu após Marineide manifestar o desejo de viajar para Brasília, o que desagradou o réu. Após se entregar à polícia, Henrique Alves Galvão admitiu ser o autor do crime, relatando que convivia com a vítima há cerca de um ano.
Na noite do crime, o réu relatou que esperou a vítima dormir e a estrangulou por cerca de cinco minutos. Ainda segundo a denúncia, após matar a vítima, ele tomou banho, saiu para comprar drogas na boca do bairro São Pedro, retornou para casa, usou a droga e ficou deitado ao lado do cadáver da vítima e, por fim, quando amanheceu, foi à delegacia e se entregou. Desde então, ele permanecia custodiado no Conjunto Penal de Itabuna.
O caso evidencia a gravidade de crimes contra mulheres e o rigor da Justiça na aplicação de qualificadoras de violência doméstica, com a condenação anunciada para o réu. E você, o que pensa sobre a decisão e os desdobramentos desse episódio? Compartilhe sua opinião nos comentários.
