A brasileira Martine Grael relatou que o Mubadala SailGP New York 2026 teve um momento tenso na segunda jornada: uma colisão tripla na largada envolvendo Brasil, Itália e Estados Unidos tirou a equipe da última regata do dia. Apesar do susto, não houve feridos, e a organização informou que os reparos na embarcação estão sendo avaliados para entender o tempo de retorno à competição.
Grael afirmou que o Brasil entrou na água com muita energia, mas acabou prensado entre os barcos italiano e norte-americano logo no início. “A gente foi pra água muito animada hoje. Tivemos um acidente na largada da última regata. Foi duro não poder correr essa última regata. Viramos um sanduíche entre o italiano e o americano”, descreveu a velejadora, acrescentando que as primeiras avaliações indicam consertos possivelmente viáveis, mas sem confirmação de quanto tempo levará.
A organização informou que não haveria pontos atribuídos pelas três regatas de sábado, decisão que gerou contestação, especialmente por parte da Espanha. Enquanto isso, Canadá, Grã-Bretanha e Austrália seguiram para a final, e o Brasil encerrou a etapa com a necessidade de avaliar danos na embarcação para as próximas provas da temporada.
O incidente ocorreu em uma largada marcada pela disputa por espaço, com a flotilha de SailGP em alta velocidade. A análise inicial aponta que o espaço disponível foi fechado pela atuação de Itália e EUA, provocando a batida entre os três barcos. A colisão destacou o risco inerente às largadas rápidas da modalidade, em que decisões são tomadas em poucos segundos.
O saldo da etapa foi de incerteza para o Brasil, que agora aguarda definições sobre as condições da embarcação para avançar na temporada. E você, o que achou da reação da organização e do desempenho brasileiro nesta prova? Deixe seu comentário com a sua leitura sobre o que aconteceu e o que esperar para as próximas etapas.
