A Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio da Polícia Civil e Militar, prendeu 17 pessoas na manhã desta quarta-feira (3) durante a Operação Dose Final, em Salvador. A ação cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa investigada por roubos de medicamentos de alto valor, como Mounjaro, Ozempic e Wegovy, em farmácias da capital baiana.
Os suspeitos seriam especializados em roubos voltados à subtração de medicamentos de alto valor comercial. A investigação aponta atuação na região Nordeste de Amaralina, em Salvador, e envolve ainda crimes de tráfico de armas e lavagem de dinheiro. As medidas judiciais abrangem Salvador e as cidades de Mesquita (RJ) e São Paulo, com o bloqueio de bens e valores fixado em R$ 12,5 milhões.
Segundo apuração, sete dos 17 presos foram identificados: Jonatas de Almeida Silva, Alessandro da Paixão Lima, Lucas Vinicius Lopes Monte da Silva, Norma de Jesus Almeida, Wesley Kaique Soares Ventena, Luis Claudio da Gama Silva e Fabricio Barbosa Pereira.
A operação foi coordenada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC) e contou com equipes dos departamentos de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), de Polícia Metropolitana (DEPOM), de Inteligência Policial (DIP) e de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC). Também participaram a Coordenação de Polícia Interestadual (POLINTER) e a Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE).
A ação reuniu ainda a Superintendência de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública (SI/SSP), a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP), o Departamento de Polícia Técnica (DPT), a Polícia Militar da Bahia e forças de segurança dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Mais informações são esperadas após a consolidação dos resultados da operação.
As autoridades destacam a importância de coibir crimes que envolvem a subtração de medicamentos de alto valor, impacto direto na saúde pública e no comércio varejista. Compartilhe nos comentários o que você pensa sobre ações de repressão a esse tipo de crime e quais medidas adicionais poderiam fortalecer a segurança nas ruas e nas farmácias.
