Caso Henry Borel: Procuradoria pede anulac?a?o de julgamento e contesta perdão a Monique Medeiros
Procuradoria pedirá a anulação do julgamento que condenou Jairinho e Monique Medeiros no caso Henry Borel, questionando o perdão judicial concedido à mãe. O objetivo é reavaliar as acusações e seguir com os recursos cabíveis, diante de supostas irregularidades no veredito.
O assistente de acusação no caso, Cristiano Medina da Rocha, afirmou que vai pedir a anulação do julgamento. Medina descreveu a decisão de conceder perdão judicial a Monique Medeiros como uma “aberração jurídica” e alegou que houve alterações nas perguntas ao júri para reduzir a acusação de homicídio doloso para culposo. Em contrapartida, Jairinho foi condenado a 43 anos, 9 meses e 20 dias de reclusão, e o advogado disse estar satisfeito com a sentença.
A discussão envolve questões processuais sobre como o júri foi orientado e se houve desvio de enquadramento jurídico. A defesa sustenta falhas, enquanto o Ministério Público aposta na revisão dos fundamentos do veredito e na manutenção das penas já impostas.
Galeria de imagens do caso




Caso Henry Borel
Henry Borel morreu em 8 de março de 2021, na casa da família, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
O ex-vereador Jairinho, médico, era padrasto da criança, e Monique Medeiros era a mãe. Eles levaram Henry ao hospital após alegarem um acidente doméstico e queda da cama.
O laudo do IML apontou morte por hemorragia interna e laceração hepática, e o documento indicou mais de 20 lesões de origem violenta, sugerindo espancamento e morte lenta.
Os dois permanecem presos desde 8 de abril, aguardando desdobramentos judiciais sobre o tratamento do caso.
Resumo para leitura rápida
Palavras-chave: Henry Borel, Jairinho, Monique Medeiros, homicídio, perdão judicial, IML, Rio de Janeiro.
Meta descrição: A Procuradoria solicita a anulação do julgamento que condenou Jairinho e Monique Medeiros no caso Henry Borel, contestando o perdão judicial concedido à mãe; próximos passos e implicações legais em foco.
E você, qual é a sua leitura sobre esse desdobramento jurídico? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa.
