Em Ipirá, Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) participou do evento do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026 e criticou, na noite deste sábado (5), as sanções propostas pelos Estados Unidos ao Brasil, com foco especial no Pix, o sistema de pagamentos instantâneos. Ele lembrou a atuação do senador Flávio Bolsonaro no cenário norte?americano e afirmou que o governo de Donald Trump, hoje em seu segundo mandato, tem pressões para restringir políticas públicas no país.
Jerônimo afirmou que a oposição atua para prejudicar o Brasil por razões políticas. “O país paga um salário a um senador para ir aos EUA lamber as botas do Tio Sam e pedir: ‘castiga o Lula’”, disse o governador, associando esse discurso de bastidores a uma estratégia de pressionar o governo federal para mudar políticas como o Pix.
Ao citar falas atribuídas ao senador Jaques Wagner, Jerônimo afirmou que a oposição repete: “Castiga o Brasil porque está na mão de um campo da esquerda… Acaba o Pix porque…” — e disse que usaria essas palavras para ilustrar uma estratégia que combina política com interesses econômicos e a defesa de um status quo.
Ao mencionar Tatiana Velloso, primeira-dama da Bahia e professora presente na plateia, Jerônimo comentou que “a aula de história que eu peguei sua está tudo aqui” e acrescentou que “a geografia também está atenta”, usando o recado para defender que educação e leitura de cenário externo ajudam a entender as consequências de decisões políticas e econômicas para a Bahia e o Brasil.
Jerônimo encerrou lembrando que essas disputas têm conteúdo de política e de interesse econômico, e que “um povo educado, um povo estudado, tem a cabeça mais apurada para decidir”. A conclusão, segundo ele, é clara: a educação pública fortalece a soberania nacional diante de pressões externas. E você, como enxerga o papel da educação nas escolhas políticas diante desses cenários? Comente abaixo com sua opinião.
