Augusto Cury fala sobre propostas focadas em saúde mental, educação integral e valorização policial

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Resumo: o psiquiatra e pré-candidato Augusto Cury (Avante) apresentou um plano de governo centrado na pacificação social, com foco na saúde mental, na inclusão de neurodivergentes e na reforma da educação básica. A proposta visa transformar o cenário político e educacional do país com soluções práticas para desafios cotidianos.

Cury sustenta que seu eixo central se apoia em três pilares: pacificação, atenção à dor das pessoas e soluções concretas. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele aponta a atuação internacional na prevenção do suicídio na China, na Europa e no Japão e afirma que quer ser a voz cansada da polarização diante de famílias que não aguentam mais a divisão.

Para ele, a mudança precisa começar pelo comportamento da classe política. “Se os vários partidos apenas se criticam, o ego vence o projeto de nação. Precisamos aprender a elogiar três vezes mais do que criticamos — é uma forma elegante de educar e de construir”, afirma Cury.

No campo da saúde pública, o principal pilar é o cuidado com a saúde mental, com atenção especial aos neurodivergentes. Ele cita 32 milhões de pessoas nessa condição e defende um atendimento multidisciplinar que ofereça acolhimento mais efetivo e abrangente.

Na educação, o pré-candidato critica as condições de trabalho dos docentes e defende uma reforma estrutural e curricular. A proposta prevê educação em tempo integral e a inclusão de componentes que desenvolvam competências socioemocionais e profissionais, como gestão financeira, oratória, empreendedorismo e filosofia, visando prevenir vícios modernos e o uso excessivo de telas e drogas.

Na segurança pública, Cury propõe fortalecer as forças de segurança e apoiar os agricultores. Segundo ele, desvios de conduta devem ser tratados como exceção, e a instituição policial precisa ser valorizada — com responsabilização de agentes que cometam crimes. “O erro de 2% não pode comprometer a imagem dos policiais”, ressalta.

Ao concluir a apresentação, o pré-candidato afirma que seu projeto é uma doação ao Brasil, não uma busca pelo poder: “amor é a fonte da pacificação”.

Agora, queremos ouvir você: qual aspecto desse plano mais chama sua atenção e por quê? Deixe seus pensamentos nos comentários e participe do debate sobre o futuro do país.

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