Neste momento, o presidente Lula viaja para a França para participar do G7 como convidado, adotando cautela diante das tarifas propostas pelos Estados Unidos. A estratégia é criticar o protecionismo de forma contida e defender um desenvolvimento mais inclusivo, atento aos desequilíbrios macroeconômicos globais.
Lula embarca neste domingo (14) para a Europa e retorna na quarta-feira (17). Nas sessões, ele se concentrará na mesa sobre desequilíbrios macroeconômicos globais, participando como convidado e destacando a importância de enfrentar as assimetrias que afetam países emergentes com maior vulnerabilidade.
Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, o presidente brasileiro fará críticas firmes ao protecionismo econômico e ao unilateralismo, mas sem citar nominalmente o governo dos EUA ou o atual presidente do país.
A leitura da diplomacia brasileira é de que foros de alto nível, como o G7, não devem virar palco de disputas políticas. O tom continuará firme na defesa dos países em desenvolvimento, ressaltando que o modelo de desenvolvimento global, quando excludente, empurra as nações mais pobres a situações de maior vulnerabilidade.
E você, o que acha de o tema do G7 envolver críticas ao protecionismo sem confrontar diretamente governos específicos? Compartilhe sua opinião nos comentários e conte como você enxerga o papel de grandes fóruns na defesa do desenvolvimento global.
