Genebra, 14 de junho de 2026 — um dia antes da abertura da cúpula do G7, a cidade suíça registrou protestos contra o bloco, com confrontos entre manifestantes e a polícia. Em meio aos atos, houve incêndio em um carro Tesla e reposta com balas de borracha e jatos d’água. A atmosfera aponta para a tensão que envolve a chegada dos chefes de Estado.
Os atos, já esperados por autoridades, levaram lojistas e hotéis a reforçarem a proteção de vitrines e entradas com tapumes, em um cenário de mobilização contínua. A polícia respondeu de maneira firme para conter distúrbios e evitar que as manifestações tomassem as vias centrais da região.
Apesar da resposta estar na Suíça, a cúpula do G7 acontecerá em Évian-les-Bains, cidade francesa a cerca de 45 quilômetros de Genebra. Por isso, o dispositivo de segurança foi ampliado na fronteira entre França e Suíça, com checagens de documentos para quem atravessa de carro ou trem.
Entre os participantes confirmados estão Donald Trump, em seu segundo mandato presidencial nos EUA, o presidente francês Emmanuel Macron e o brasileiro Lula, que chega à Europa na manhã desta segunda-feira. A agenda aponta para debates sobre diplomacia, comércio e clima, com presença de lideranças de peso.
A cobertura histórica também marca a narrativa da região: em 2003, Évian-les-Bains sediou o G8 e o Brasil participou da reunião pela primeira vez, com Lula representando o país. A memória dos protestos daquele ano faz parte do pano de fundo para as tensões atuais e o aparato de segurança reforçado.
Para quem acompanha, o clima de seguranças reforçadas, checagens e protestos aponta para uma cúpula marcada pela expectativa de encontros decisivos entre grandes potências. O que você acha dessas tensões que antecedem grandes encontros internacionais? Deixe sua opinião nos comentários.
Galeria de imagens
Observação: o conteúdo acima destaca o tom informativo do momento, com recorte direto sobre o que envolve a preparação da cúpula e a resposta de autoridades a partir de Genebra até Évian-les-Bains. As imagens ajudam a contextualizar a atmosfera de protesto, segurança e cobertura internacional.
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