Eduardo Bolsonaro (PL) sinalizou neste fim de semana que o PL pode romper com o Novo depois que o pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) voltou a criticar a ligação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, envolvido no escândalo do Banco Master. O pacto entre PL e Novo ainda aparece em estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Goiás.
No X, Eduardo escreveu que a postura de Flávio é “vagabunda” e atRelou que o outro criticou apenas porque queria estar no lugar dele. Alegou, portanto, que, para ele, haveria uma ruptura total com o Novo, sugerindo que a discordância pode romper a aliança entre as duas siglas.
Zema concedeu entrevista ao Brasil Paralelo, publicada na sexta-feira, e manteve críticas a Flávio após a revelação de conversas em que o pré-candidato do PL supostamente pediu dinheiro a Vorcaro para financiar um filme sobre o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo ele.
“Teria como eu aplaudir alguém que se aproxima do maior banqueiro bandido da história do Brasil?”, afirmou Zema, dizendo estar indignado e mantendo a posição. Sobre a possível doação de R$ 1 milhão da família Vorcaro ao Novo em Minas Gerais, ele disse que o partido não se comprometeu com contrapartidas.
A polêmica reacende a tensão entre bolsonaristas e o Novo, e pode mexer nos mapas de alianças em estados onde as siglas dividem palanques. Enquanto Zema insiste em suas críticas, as conversas sobre financiamento e proximidade com Vorcaro voltam a colocar em xeque as relações entre PL e Novo, já marcadas por uma aliança tática em várias unidades da federação.
E você, o que pensa sobre esse atrito entre PL e Novo e as declarações de Zema? Deixe seu comentário e compartilhe sua visão sobre o futuro das alianças e as repercussões na corrida eleitoral.

