Constelações Contemporâneas mostra uma Brasília além dos monumentos

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Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília chega ao Teatro Nacional Claudio Santoro com o objetivo de transformar a visão sobre a capital: uma mostra que reúne memórias, afetos e múltiplas perspectivas da produção artística do DF, em uma experiência sensorial que coloca Brasília como uma cidade viva.

Em cartaz de 19 de maio a 17 de julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, a mostra reúne 41 artistas e mais de 200 obras. Promovida pelo Metropolis Arte e apoiada pela Setur-DF, o projeto oferece visitação gratuita e funciona diariamente, ampliando o olhar sobre a produção brasiliense além de seus cartões-postais.

Constelações Contemporâneas propõe deslocar o foco da cidade física para a cidade humana, conectando obras por meio de relações entre artistas, trajetórias e memórias. Ao privilegiar linguagens diversas, a exposição revela uma Brasília em constante transformação, onde cada obra é uma estrela que dialoga com as outras.

Mais do que uma reunião de peças, a mostra sugere uma nova compreensão da capital: não apenas arquitetura, mas uma galáxia de sensibilidades. O conceito de “Constelações” ganha corpo como rede de encontros, afetos e caminhos que constroem a identidade cultural local, convidando visitantes a enxergar a cidade sob lentes diversas e menos convencionais.

Serviço

Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília

De 19 de maio a 17 de julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional

Diariamente, das 10h às 20h, com entrada gratuita

Galeria de imagens — clique nas miniaturas para ampliar. A mostra traz retratos de obras e processos de artistas locais, mostrando Brasília além dos muros e das vias traçadas.

Constelações Contemporâneas mostra uma Brasília além dos monumentos
Nina Quintana/Metrópoles — Constelações Contemporâneas mostra uma Brasília além dos monumentos
Arte de Taigo Meireles
Arte de Taigo Meireles
Obra de Tamires Moreira
Obra de Tamires Moreira
Arte de Patricia Bagniewski
Arte de Patricia Bagniewski
Arte de Samantha Canovas
Arte de Samantha Canovas
Arte de Julio Lapagesse
Arte de Julio Lapagesse
Antônio Obá participa da mostra
Antônio Obá participa da mostra
Arte de Camila Courinos
Arte de Camila Courinos
Arte de Luisa Günther
Arte de Luisa Günther


Essa perspectiva rompe com a narrativa tradicional de Brasília, abrindo espaço para uma cidade orgânica, multifacetada e imprevisível. A exposição reforça que a diversidade da produção local não apenas complementa a arquitetura, mas amplia a compreensão de quem faz a cidade acontecer.

Ao revelar uma Brasília que vai além dos eixos monumentais, o conjunto de obras funciona como mapa de pertencimento. A mostra lembra que a cidade é moldada por afetos, trajetórias e encontros entre artistas de diferentes gerações e linguagens — uma visão de futuro que celebra a criatividade que continua a mover a capital.

Participe da conversa: qual leitura de Brasília você levaria para casa após visitar a exposição? Compartilhe suas impressões nos comentários e conte como a arte pode mudar a forma como vemos a nossa capital.

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