Foragido, Léo Índio surge em vídeo próximo à fronteira com o Brasil

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Léo Índio, primo dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, tornou-se réu por participação nos atos golpistas de 8 de janeiro e está foragido na Argentina, onde permanece desde março do ano anterior. O STF aceitou a denúncia contra ele e abriu caminho para a abertura de processo penal, enquanto as investigações seguem. Um vídeo recente o mostra em posição estratégica junto à fronteira entre Argentina e Brasil, reacendendo o interesse público sobre o desfecho do caso.

No registro, ele aparece ao lado do pai e da mãe no lado argentino das Cataratas do Iguaçú, em Puerto Iguazú, próximo à Garganta do Diabo, principal queda do conjunto. A Garganta, com cerca de 80 metros de altura, fica na fronteira entre os dois países e concentra o maior volume de água do complexo turístico. O pai, o ex-militar Cláudio Márcio, descreve a visita como uma celebração, reforçando a narrativa pública que envolve a família.

O passaporte de Léo Índio foi apreendido pela Polícia Federal em outubro de 2023, durante uma operação. Ele foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por participação nos atos de 8 de janeiro, e fugiu para a Argentina logo após o STF receber a denúncia. Em paralelo, apresentou uma petição à Organização dos Estados Americanos contra Moraes, alegando perseguição e violação de prerrogativas.

Abaixo, apresentamos imagens associadas ao caso, organizadas em galeria para facilitar a visualização das evidências públicas.

Em 28 de fevereiro de 2025, a Primeira Turma do STF, por unanimidade, acolheu a denúncia contra Léo Índio, tornando-o réu pela participação nos atos de vandalismo aos prédios dos Três Poderes em Brasília, em 8 de janeiro de 2023. A maioria também confirmou a tramitação do processo penal, mantendo a decisão de abrir o caso para avaliação em plenário virtual. A defesa teve o recurso negado, consolidando o encaminhamento judicial.

Além das implicações judiciais, o caso segue chamando a atenção pública pela proximidade de Léo Índio com a família Bolsonaro e pela continuidade das investigações que já haviam contornado o território argentino, onde ele vive com autorização do governo de Javier Milei. As ações legais, a localização e a atuação de Léo Índio permanecem sob escrutínio da Justiça e da imprensa, com novos desdobramentos possíveis nos próximos meses.

O que você acha sobre o desfecho desse caso? Deixe seu comentário com sua opinião sobre as medidas judiciais, a situação da família envolvida e as implicações para o cenário político brasileiro. Sua participação ajuda a enriquecer o debate público sobre esse tema recorrente no Brasil.

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