Em plena agenda junina de Salvador, a banda Forró Rasta Pé destacou a missão de manter a cultura nordestina viva por meio da música, apresentando um repertório pensado para dialogar com diferentes gerações. As declarações foram dadas ao Bahia Notícias na segunda-feira (22), pouco antes da apresentação no Pelourinho, no contexto dos festejos juninos que tomam a cidade.
Daniela Penna explicou que o objetivo é valorizar as tradições do Nordeste e aproximar crianças e jovens do universo do forró. “A beleza da nossa cultura precisa ser reconhecida e preservada. Trabalhamos com cuidado para que as novas gerações tenham acesso a esse repertório que expressa a nossa realidade”, afirmou, destacando a responsabilidade de manter viva a legado musical da região.
O vocalista Lucas Argolo ressaltou a ligação da banda com o Centro Histórico de Salvador e disse que retornar ao Largo do Pelourinho para o São João é como voltar para casa. “A gente toca aqui há muitos anos e costumamos dizer que Forró Rasta Pé é uma banda do Centro Histórico. Estamos muito felizes de voltar e fazer parte dessa festa”, comentou, reforçando a identificação do grupo com o roteiro cultural da cidade.
A conversa evidencia o papel da banda em conectar tradição e atualidade, mantendo viva a memória do Nordeste enquanto dialoga com o público contemporâneo. Com apresentações no Pelourinho durante o São João, o Forró Rasta Pé reforça a ideia de que o forró pode servir como ponte entre gerações, preservando a identidade regional sem perder a vitalidade da transmissão cultural.
Se você já acompanhou o Forró Rasta Pé em edições anteriores ou durante as festas juninas, compartilhe nos comentários como foi a experiência e o que essa fusão de tradição com juventude representa para você. Sua opinião ajuda a entender o impacto da cultura nordestina nas celebrações de Salvador.

