Estudantes de colégio estadual de Catu representam a Bahia na Viva Technology 2026, em Paris

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A Bahia mostrou sua força na VivaTech 2026, em Paris, reunindo estudantes da rede pública em uma vitrine de inovação. Cauan Eduardo Rodrigues Rabelo e Letícia Mattos Santana, do CEEP Pedro Ribeiro Pessoa, em Catu, representaram o estado e o Brasil apresentando o projeto App R&S 360 e compartilhando aprendizados sobre IA, sustentabilidade e transformação digital.

A participação foi viabilizada pelo Edital Da Bahia para o Mundo, da Secretaria da Educação da Bahia (SEC), que cobre passagens, diárias e inscrições para estudantes da Educação Fundamental, Médio, EJA e Educação Profissional. O programa visa inserir jovens em um ecossistema global de inovação durante o evento, que reúne referências em tecnologia e empreendedorismo.

No palco, a dupla apresentou o projeto “App R&S 360: recrutamento inteligente por competências”, criado pelo Clube de Ciências Professora Ilza Maria. Além disso, observaram demonstrações sobre IA, sustentabilidade e desenvolvimento tecnológico, ampliando a troca de experiências com iniciativas da Educação Profissional Pública do Brasil.

Intercâmbio A experiência na França reforçou a importância da pesquisa científica como motor de desenvolvimento social e de oportunidades na rede pública de ensino. O contato com culturas, idiomas e modelos de inovação expandiu a visão de mundo dos jovens, fortalecendo suas competências para a atuação profissional.

Para Letícia Mattos, do 3º ano técnico em Administração, a participação foi uma conquista acadêmica e confirmou que tecnologias vistas online ganham vida em contato com pessoas de diferentes países. Ela ressaltou que o Clube de Ciências Ilza Maria foi a base para iniciar seu desenvolvimento na pesquisa. Cauan Eduardo Rodrigues Rabelo, também do 3º ano técnico em Logística, elogiou a troca de ideias e a percepção ampliada sobre tecnologia, empreendedorismo e pesquisa.

O professor Deivison Trindade dos Santos avalia que o maior legado está nas conexões criadas em um ambiente global de inovação. Essas relações com empresas, pesquisadores e empreendedores ampliam horizontes e fortalecem a formação técnica da juventude.

Ainda neste ano, a equipe participou do Otavalo Science Hub, no Equador, conquistando o 1º lugar na categoria Impacto Social e Empreendedorismo. O próximo desafio está marcado para outubro, no Chile, ampliando o calendário de ações internacionais da turma de Catu.

E você, qual é a sua visão sobre o papel da educação pública na formação de jovens para a cena tecnológica global? Compartilhe sua opinião nos comentários e ajude a estimular políticas e iniciativas que fortalecem o aprendizado e a inovação desde as escolas públicas.

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