Resumo: O prefeito João Vítor (PSD), de Riacho de Santana, no Sertão Produtivo da Bahia, afirmou em entrevista à Rádio Cidade FM que pretende disputar um novo mandato em 2028. Ele também informou ter buscado orientação jurídica em Brasília para entender a viabilidade de uma eventual candidatura, analisando a jurisprudência sobre casos em que gestores assumiram o cargo de forma definitiva antes das eleições municipais.
Vítor era vice-prefeito quando assumiu a chefia do Executivo em abril de 2024, após a renúncia do então gestor Tito Eugênio (Podemos). Em outubro daquele ano, ele concorreu às urnas com Tito Eugênio como vice e foi eleito para o mandato que hoje exerce. A possibilidade de uma nova candidatura reacende a discussão sobre a vedação constitucional ao terceiro mandato consecutivo no município.
A linha de defesa citada pelo prefeito envolve interpretações da jurisprudência sobre situações em que gestores passaram a chefiar o município de forma definitiva antes da realização das eleições. A análise busca entender se esse precedente pode abrir espaço para uma nova postulação, mesmo com a regra de limites de mandatos vigentes no país.
A questão, no entanto, não é apenas jurídica: ela afeta a gestão de Riacho de Santana, cidade do Sudoeste baiano, onde o tema provoca debates entre apoiadores e adversários. Caso o entendimento seja favorável, o cenário político local pode ganhar formato diferente até 2028, com reflexos para projetos de infraestrutura, saúde e educação.
E você, o que pensa sobre a possibilidade de João Vítor disputar novamente o cargo em 2028? Deixe sua opinião nos comentários sobre a viabilidade, os prós e contras de um eventual terceiro mandato e o que isso representa para o futuro de Riacho de Santana.
