A edição de julho do Dia da Mulher é suspensa para aprimoramentos, com retorno previsto para agosto para ampliar o atendimento às mulheres em vulnerabilidade
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A Defensoria Pública do Distrito Federal informou que a edição de julho do Dia da Mulher não ocorrerá, para incorporar melhorias na metodologia e no formato da ação. A retomada está prevista para agosto, com o objetivo de ampliar o atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade.
A decisão foi anunciada pela Defensoria nesta sexta-feira (26/6). A edição de julho, prevista para o dia 7, não será realizada conforme o planejamento anterior, e o projeto será retomado em agosto.
A pausa acompanha o cronograma de revisão operacional das unidades móveis da instituição, que passarão por adequações técnicas e ajustes de procedimentos de manutenção para ampliar a qualidade do atendimento.
De acordo com a subdefensora pública-geral para Assuntos Institucionais e coordenadora da ação, Nathália Sant’Ana de Rosa, a pausa está prevista na regulamentação do projeto e não representa o encerramento da iniciativa. A população feminina em situação de vulnerabilidade não precisa se preocupar. Estamos avaliando os impactos, os resultados e a disponibilidade de recursos da ação para aprimorar o atendimento prestado. O projeto será retomado em agosto, quando as unidades envolvidas e os parceiros institucionais serão devidamente comunicados, afirmou.
Instituído pela Portaria n° 182/2025, o Dia da Mulher oferece serviços jurídicos e intersetoriais a mulheres em situação de vulnerabilidade.
