Resumo: a cúpula do PSD acredita que a candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência pode ampliar a bancada do partido no Congresso, fortalecendo a atuação em estados estratégicos, especialmente no Nordeste, onde o apoio a Lula segue relevante. A jogada envolve usar a presença de Caiado para atrair votos da direita e consolidar a base de deputados federais e estaduais da legenda.


O Nordeste em foco A estratégia do PSD indica que o cenário ganharia impulso especialmente na região, onde o partido sustenta apoio a Lula em vários estados. Caciques destacam que Caiado pode agir como ponte para atrair eleitores da direita e beneficiar postulantes da legenda a deputado federal e estadual que hoje convivem com uma linha mais alinhada ao governo federal.
Minas Gerais como cascadinha-chave Entre os exemplos citados, está Minas Gerais, onde o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ainda não definiu palanque. No estado, além de deputados federais e estaduais, o PSD pretende manter a chance de reeleger o governador Mateus Simões (PSD), ampliando a influência da sigla na política local.
Metas altas para Kassab Segundo caciques do partido, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, quer ampliar a bancada de deputados federais de 48 para 70 e reeleger 11 dos 13 senadores da sigla. A aposta é que Caiado, com projeção nacional, fortaleça a busca por esse crescimento significativo do grupo no Legislativo.
Essa leitura aponta para um movimento estratégico do PSD: combinar a presença de Caiado com uma atuação cuidadosa em estados-chave, buscando ampliar a influência na Câmara e no Senado, inclusive em cenários em que a popularidade de Lula é expressiva. O objetivo é organizar um leque de candidaturas que amplie a atuação parlamentar do partido em 2026.
E você, o que acha dessa jogada do PSD? Acredita que a candidatura de Caiado pode, de fato, alterar o equilíbrio de forças no Congresso e favorecer o crescimento do partido? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe suas expectativas para as próximas eleições.
