Diego Martins não participou da Parada LGBTQIAPN+ da Lapa, no Rio de Janeiro, mesmo tendo confirmado presença. O artista disse que a ausência se deve a problemas técnicos e logísticos, enquanto a organização afirmou, em tom crítico, que houve desistência de última hora. A nota é marcada pelo peso do Dia do Orgulho e pelo comprometimento do cantor com a comunidade.
Segundo Rafael Gomes, coordenador da Casa Nem, uma das entidades responsáveis pela organização, toda a logística para receber Diego já estava encaminhada — passagem, hospedagem e divulgação estavam definidas. Ele afirmou que a confirmação partiu da própria equipe do artista e que, mesmo com tudo pronto, culminou no cancelamento.
A repercussão ganhou tom de frustração entre quem acompanha o evento. A produção chegou a anunciar a participação de Diego, reforçando a divulgação por meio dos movimentos sociais, e, pouco depois, o cancelamento foi comunicado. O coordenador da Casa Nem lembrou que jovens artistas LGBTQIAPN+ dependem do público e da representatividade promovida pela Parada, ressaltando que o episódio é uma decepção para quem aguardava o momento.
Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, Diego Martins lamentou não ter conseguido participar da programação deste domingo, destacando as dificuldades técnicas enfrentadas pela produção. Em suas palavras, mantém o respeito pela celebração do orgulho LGBTQIAPN+ e reforça o compromisso de usar a arte para representar, promover afeto e celebrar a diversidade. A notícia também evidencia que Diego tinha interesse real em marcar presença na Parada da Lapa, mesmo diante dos contratempos.
A participação da 4ª edição da Parada LGBTQIAPN+ da Lapa, realizada neste domingo, gerou polêmica após o anúncio do cancelamento. O episódio ocorreu no dia dedicado às lutas e conquistas do movimento, tema que evidencia uma tensão entre agendas artísticas e logísticas, especialmente quando envolvendo artistas que atuam como aliados da causa.
Para o público que acompanha a cena, o episódio reacende debates sobre representatividade, responsabilidades de agenda e como a prefeitura apoia eventos culturais voltados para a comunidade. Queremos saber sua opinião: você acredita que situações como essa prejudicam ou fortalecem a luta pela diversidade? Deixe seu comentário abaixo e participe da conversa.




