Resumo curto: O governador Jerônimo Rodrigues rejeita afastar Eduardo Sodré, secretário estadual do Meio Ambiente, mesmo após menção da Polícia Federal nas investigações da Operação Compliance Zero sobre irregularidades envolvendo o Banco Master; ele afirma que afastamentos só ocorrem com motivação concreta.
A resposta vem após o senador Jaques Wagner, também alvo das ações da PF, ter sido afastado da liderança do governo no Senado em meio à divulgação de sua relação com o empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro.
Sobre a situação de Sodré, Jerônimo reforça que “de forma nenhuma” haverá afastamento sem provas. “Eduardo é advogado, está defendendo, a ele e a família minha solidariedade, mas não está no script qualquer afastamento, por motivo do que está acontecendo, de denúncias ou qualquer tipo de julgamento”, disse o governador.
Eduardo Sodré é enteado do senador. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) oficializou a liberação de mandados de busca e apreensão contra Sodré, Augusto Lima e o empresário. Em registros da peça, a Polícia Federal aponta que, em conversas com Lima, o secretário estadual do Meio Ambiente teria citado boletos, notas fiscais, documentos a serem assinados e providências para a formalização de pagamentos.
Jerônimo também ressaltou que não há julgamento que determine a saída de qualquer secretário, reiterando solidariedade a Sodré e a necessidade de provas para qualquer decisão disciplinar.
Os desdobramentos seguem em pauta, com a PF e o STF monitorando os próximos passos. Acompanhe as novidades e deixe sua opinião nos comentários sobre o tema.
