Em Santo André, um tio que foi buscar a sobrinha na porta da Escola Estadual Padre Aristides Greveno foi morto a tiros na noite de 30 de junho. A vítima, André Mancini de Souza, 36 anos, morreu após ser atingida no peito e na virilha. O suspeito, identificado apenas como Aldeir, se entregou à polícia na manhã seguinte, afirmando ter agido para conter a confusão. A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar as circunstâncias do crime.

Segundo a investigação inicial, a briga envolveu agressões entre duas alunas da escola, levando a família de uma estudante a ir ao local para buscá-la com receio de novos ataques. Testemunhas relataram que o tumulto se estendeu até a entrada da unidade, e funcionários tentaram separar a confusão. Durante a confusão, houve agressões contra a esposa de André enquanto ele tentava protegê-la. Em seguida, o suspeito retornou armado e disparou contra André Mancini de Souza, que morreu ao dar entrada no hospital. O agressor fugiu numa motocicleta preta.
No dia seguinte, Aldeir foi preso ao se apresentar na delegacia, acompanhado de um advogado. Em depoimento, ele afirmou que passava pela área quando viu a briga e acreditou estar ocorrendo uma injustiça contra uma das envolvidas, por isso resolveu agir para conter a situação. Ele disse ter desferido golpes de capacete contra alguns participantes da confusão. A Polícia Civil informou que o suspeito possui duas passagens criminais.
A apuração busca esclarecer quem iniciou o conflito, qual foi a dinâmica entre as pessoas envolvidas e se houve falhas de segurança na escola. A vítima era tio de uma estudante da unidade, e as autoridades destacam a necessidade de entender os fatores que contribuíram para esse episódio violento ainda em contexto escolar.
E você, como encara este tipo de violência que envolve escola e famílias? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre segurança em espaços educativos e ações de prevenção para evitar tragédias como essa.
