Coalizão governista na Bahia segue com força total para 2026, mesmo após a saída de Angelo Coronel. O secretário de Relações Institucionais do governo, Adolpho Loyola, afirmou que a aliança entre esquerda e centro-esquerda permanece coesa, com o PSD à frente da base e oito siglas que apoiam a chapa contra a oposição. A leitura é de continuidade e planejamento sólido para enfrentar o pleito, mantendo a agenda pública em movimento.
Durante os desfiles de 2 de Julho, Loyola minimizou a debandada de Coronel, ressaltando que o ex-aliado levou apenas os dois filhos e que nenhum prefeito o acompanhou. ‘Angelo saiu e levou apenas os dois filhos, nem sequer um prefeito chegou a acompanhá-lo’, disse o secretário, destacando que a base continua unida e que a liderança do PSD continua consolidada na coalizão, com apoio de prefeitos alinhados à agenda governamental.
Na corrida pelo governo da Bahia, Loyola criticou a estratégia da oposição e classificou a pré-candidatura de Jerônimo Rodrigues como ‘pedagógica’. ‘Ensinaremos essa oposição que não sabe sequer sentar para dialogar com um vereador, apenas falar mal de prefeito’, afirmou, sugerindo que o oposicionismo precisa de construção de diálogo e propostas reais, em vez de ataques pessoais. A avaliação reforça a confiança na capacidade de conduzir debates com foco em propostas públicas.
A base governista aponta para continuidade, gestão estável e diálogo com diversos setores da sociedade, mirando ampliar pactos e avançar com políticas voltadas ao desenvolvimento regional. Mesmo diante de mudanças pontuais, a leitura é de fôlego suficiente para manter o ritmo de ações até 2026. E você, como vê esse cenário para a Bahia? Conta pra gente nos comentários o que acha da trajetória da coalizão e das disputas que vêm por aí.
