Terremotos na Venezuela: famílias de deportados desaparecidos cobram respostas

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Nove dias após os terremotos que devastaram parte da Venezuela, a situação dos venezuelanos deportados dos EUA permanece incerta. Famílias pedem respostas sobre o paradeiro de 146 repatriados e enfrentam silêncio institucional, alimentando o desespero e a busca por informações confiáveis.

Em 24 de junho, 146 deportados — 120 homens, 19 mulheres, 5 meninos e 2 meninas — chegaram à Venezuela após o terremoto. O grupo foi encaminhado ao hotel Santuário La Llanada, no epicentro da tragédia em La Guaira, onde muitos prédios desabaram. A chegada ocorreu no mesmo dia do tremor com magnitude 7,2, seguida de réplicas que agravam a crise humanitária.

Número de vítimas e alcance As autoridades venezuelanas informaram 2.595 mortes provocadas pelos terremotos, com mais de 11 mil feridos e cerca de 26.403 pessoas atingidas de alguma forma. La Guaira e Caracas foram os locais mais comprometidos, e 855 prédios sofreram danos, com 189 deles destruídos. Dados adicionais sugerem que quase 60 mil edifícios podem ter sido afetados conforme estimativas oficiais internacionais.

Além da tragédia, a situação dos repatriados permanece sem respostas oficiais consistentes. A Gran Misión Vuelta a la Patria compartilhou contatos para encaminhar solicitações, enquanto familiares relataram buscar informações de forma informal. O Metrópoles até tentou obter detalhes junto ao programa, sem retorno até o fechamento desta reportagem, mantendo as comunicações abertas para manifestações da população.

“Por favor, necessitamos de informações sobre as pessoas que chegaram nesse voo. Como familiares estamos desesperados!” relatou Jenifer Larrazbal nos comentários de uma publicação que anunciava o retorno dos deportados, evidenciando a angústia que se repete entre os parentes que procuram por quem ficou para trás.

Conclusão e convite a tragédia na Venezuela continua exigindo monitoramento atento e apoio internacional para as famílias afetadas. Compartilhe seus pensamentos nos comentários: como você avalia a resposta das autoridades e o papel dos programas de repatriação diante de crises humanitárias como essa?

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