Deflagrada na manhã desta sexta-feira, a operação Sintonia de Gravata mira facções criminosas atuantes no sistema prisional da Bahia, com foco na facilitação de tráfico de drogas, circulação de armas e na comunicação entre presos e terceiros em liberdade. A ação conjunta do Ministério Público do Estado da Bahia, da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), da SSP e da Polícia Civil envolve mais de 100 profissionais e já resultou em prisões e medidas de bloqueio de bens.
Segundo informações da TV Bahia, o número de advogados presos na operação aumentou, chegando a oito. Eles são investigados por supostamente facilitar a entrada de itens nas unidades prisionais e o acesso a armas, conectando presos a clientes e contatos dentro e fora do sistema prisional.
A ação ocorreu em várias cidades da Bahia, com os presos localizados em Salvador, Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana. A operação também se estendeu a Serrinha, Barreiras e Feira de Santana, reforçando a linha de investigação sobre a atuação de grupos criminosos conectados ao tráfico e ao contrabando de armas.
O contexto envolve a coordenação nacional do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), que orienta a ofensiva integrada pelo Ministério Público brasileiro. A mobilização envolve promotores, servidores e forças de segurança, fortalecendo o enfrentamento a facções que atuam no sistema prisional.
A investigação continua, com novas medidas de bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados em curso. Enquanto a operação avança, as autoridades reforçam a necessidade de vigilância e colaboração para desmantelar redes que fortalecem o crime entre as grades e nas ruas. Compartilhe sua opinião nos comentários sobre como enfrentar esse tipo de ameaça para a segurança pública.
