A Copa 2 de Julho Sub-15 iniciou sua fase nacional nesta quinta-feira, em Salvador, reunindo 16 partidas em cinco campos do estado. Em um dia emblemático para a Bahia, jovens de equipes baianas, de outros estados e de fora do país entraram em campo para abrir a 16ª edição da principal competição brasileira da categoria.
No CT Bahia, em Dias D’Ávila, o time da casa não deixou espaço para dúvida: Bahia 10 x 0 Jacobina (Grupo A). Em seguida, o Goiás despachou Castro Alves por 11 x 0 e o Santos venceu União Curitiba por 4 x 0 (Grupo B). Já no Barradão, o Vitória abriu com 12 x 0 sobre Vitória da Conquista (Grupo G), e o Litoral Norte ficou com a vitória apertada de 1 x 0 sobre a Scout, da Bolívia. Outros duelos do dia incluíram Puebla perdendo para Itabuna por 2 x 0 (Grupo H) e Palmeiras empatando em 1 x 1 com Estrela de Maranhão, de Salvador. Na chave D, Galícia goleou Recreativo ABEAC por 8 a 0; Jacuipense venceu Juventude Candense por 3 a 0. Em Feira de Santana, Fluminense de Feira estreou com vitória de 3 x 1 sobre Irará, enquanto FSA e Itaberaba também começaram com placares positivos.
A competição ganhou peso com a participação de representantes de várias regiões. Uilson Souza, Coordenador de Excelência Esportiva da Sudesb e da Copa 2 de Julho, destacou o crescimento: “446 equipes na fase inicial e quase 12 mil crianças e adolescentes em campo mostram que a Copa evoluiu, integrando clubes tradicionais, seleções municipais e equipes de comunidades.” Já Sinval Vieira, criador da Copa em 2007, celebrou a continuidade do torneio, afirmando que o Governo do Estado está confiante de que a edição número 16 será um sucesso, mantendo o torneio como palco para revelar talentos do futebol de base.
A segunda rodada está marcada para esta sexta (3), com jogos em Dias D’Ávila, Salvador e Feira de Santana. Entre os destaques aparecem Bahia x Ceará, Santos x Goiás, Galícia x Jacuipense, Vitória x Scout e Puebla x Palmeiras. A cada lance, fica mais claro o papel da Copa como espaço de crescimento para jovens atletas, integrando equipes tradicionais, municipais e de comunidades. Conte pra gente: qual jogo você acompanhou e qual promessa você já identifica para o futuro do futebol brasileiro?
