Câmara promove sessão para celebrar independência da Bahia e discursos destacaram defesa da soberania

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Uma sessão solene na Câmara reuniu autoridades para celebrar os 203 anos da independência da Bahia, marcada pela data de 2 de julho. O ato reforça a importância histórica da Bahia para o Brasil e a defesa da soberania nacional, com a presença de parlamentares, autoridades estaduais e a ministra da Cultura.

A reunião, solicitada pelas deputadas baianas Lídice da Mata (PSB-BA) e Alice Portugal (PCdoB-BA), contou com a participação de Margareth Menezes, ministra da Cultura, além de representantes do governo baiano: Felipe Freitas (secretário de Justiça e Direitos Humanos, representando Jerônimo Rodrigues), Adriana Marmori Lima (Uneb), o historiador Ricardo Pinho e Sérgio Guerra Filho.

Para Lídice da Mata, celebrar o 2 de julho significa reconhecer que o futuro do Brasil será decidido pelo povo. A data é uma das mais importantes para a Bahia e fundamental para lembrar a participação do estado na construção da nação.

A deputada Alice Portugal destacou a luta de baianos contra as tropas portuguesas e citou o papel do projeto que originou a lei 12.819/2013, que elevou o 2 de julho à categoria de data histórica nacional.

Portugal acrescentou que, em tempos de defesa da soberania nacional, o país não pode aceitar pressões externas: “em tempos de defesa da soberania nacional, quando alguns tentam rotular grupos como terroristas para justificar invasões, é preciso enxergar o impacto das tarifas e do livre comércio sobre a economia brasileira”, afirmou.

A ministra Margareth Menezes, por sua vez, ressaltou a participação de mulheres nas guerras que consolidaram a independência baiana, citando Catarina Paraguaçu, Maria Quitéria, Abadessa, Joana Angélica e Maria Felipa, e encerrou com um viva ao povo brasileiro e à soberania do país.

A solenidade reforçou o elo entre Bahia, Brasil e a defesa da democracia, destacando a importância de lembrar a história para fortalecer a soberania nacional e o papel da Bahia nesse capítulo da nossa memória coletiva.

E você, qual é a sua leitura sobre o significado do 2 de julho nos dias atuais? Compartilhe suas ideias e opiniões nos comentários.

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