O Atlético de Alagoinhas se posicionou, nesta segunda-feira (4), sobre o relato feito pelo presidente do Jacuipense, Gegê Magalhães, que disse ter sido agredido pela torcida rival durante o primeiro jogo da final do Campeonato Baiano, ocorrido neste domingo (3), no estádio Antônio Carneiro (veja aqui). O Carcará alegou que, após o gol de empate do Jacupa, membros da comitiva do Leão do Sisal proferiram “palavras de cunho ofensivo e baixo calão” e “arremessaram copos de cerveja” em direção aos torcedores.
“Elucidando os fatos, no gol do empate alguns membros da comitiva do Jacuipense proferiram SIM palavras de cunho ofensivo e baixo calão em direção da nossa torcida. Arremessaram SIM copos e cerveja em direção da mesma. Reafirmamos que não é esse o tipo de atitude que esperamos, mas durante toda a nossa temporada de 2022 diversos clubes do Nordeste se fizeram presente em nosso Carneirão e independente do resultado foram bem tratados e respeitados, porque assim foram tratados pelos adversários que aqui estiveram”, diz a nota do Atlético.
Após a partida, Gegê Magalhães afirmou que a agressão sofrida pelos membros do Jacuipense ocorreu ainda no primeiro tempo, quando Miller, do Atlético, perdeu um pênalti. “Fomos hostilizados, tive que acompanhar [o jogo] da cabine de uma rádio vizinha mais da metade do segundo tempo”, disse o presidente do Leão do Sisal.
O Carcará conclui a nota afirmando que “utilizaremos as imagens para investigar e identificar os envolvidos no episódio e que o Alagoinhas Atlético Clube compactuará sempre com o respeito e a hospitalidade, marcas registradas do nosso clube e da nossa cidade”.
