A camisa usada por Pelé na Copa de 1958 foi vendida, em leilão realizado em Nova York, por 4,8 milhões de dólares — cerca de 25 milhões de reais na cotação atual —, com as ofertas encerrando-se em 16 de junho (data apresentada pela cobertura). A peça, símbolo histórico do futebol brasileiro, ficou à venda desde 29 de junho.
A origem da relíquia é simples e emocionante: era um presente de Pelé para Dida, colega na seleção campeã de 1958. Dida manteve o item por anos até doá-lo ao Museu dos Esportes de Maceió. Em meio a uma crise no acervo, a peça foi desincorporada e leiloada pela Christie’s em 21 de setembro de 2004, sendo, na ocasião, adquirida por um colecionador.
Com o novo negócio, a camisa passou a ser o item de Pelé mais valioso já vendido em leilão, além de figurar como a segunda camisa de futebol mais cara da história. A marca, segundo as informações divulgadas, eleva o patamar de peças históricas do esporte no mercado de lances internacionais.
No topo do ranking de valores, permanece a camisa usada por Diego Maradona no jogo que ficou conhecido pela mão de Deus, na Copa do Mundo de 1986. Ela foi arrematada em 2022 por 7,1 milhões de libras (aproximadamente 44 milhões de reais na cotação atual). A peça pertencia a Steve Hodge, ex-jogador inglês que trocou de camisa com Maradona logo após o confronto entre Argentina e Inglaterra.
Essa disputa de itens históricos reitera o peso cultural de peças que vão muito além do esporte, conectando fãs, memórias e grandes momentos do futebol mundial. E você, quais objetos históricos do futebol chamam mais sua atenção? Comente abaixo com a peça que você guardaria ou sonha em ver em leilão.
