O acerto entre Pep Guardiola e a Itália está mais distante no momento. Segundo informações divulgadas pelo La Gazzetta dello Sport, parceiro do PrimeiroJornal, o técnico espanhol foi alvo de interesse da Federação Italiana, mas deixou claro um salário de 20 milhões de euros por temporada (aproximadamente R$ 115 milhões), valor considerado inviável diante do orçamento de cerca de 10 milhões de euros (aproximadamente R$ 57 milhões).
Essa diferença entre o pedido de Guardiola e o teto financeiro da casa italiana evidencia o desafio de um acerto rapidamente consumado. A reportagem aponta que, mesmo com a ilustre qualificação do treinador, o montante solicitado é significativamente superior ao orçamento disponível para a figura que comandaria a seleção.
Caso a Itália aceitasse o pedido, Guardiola se tornaria o treinador de seleções mais bem pago do mundo. O salário solicitado seria exatamente 10 vezes maior que o da referência na Espanha, Luis de la Fuente, campeão da Copa do Mundo, Eurocopa e Nations League, e supera ainda o Carlo Ancelotti, que recebe cerca de 9,5 milhões de euros por ano pela Seleção Brasileira.
Além disso, parte da diretoria tem defendido que o próximo técnico da Itália seja italiano. Entre os nomes citados, Andrea Pirlo aparece como favorito, seguido por Roberto Mancini e Antonio Conte, compondo um trio que tem ganhado boa atenção interna.
O PrimeiroJornal continuará acompanhando os desdobramentos e manterá leitores informados sobre novas tratativas e eventuais mudanças de posicionamento da Federação Italiana. Deixe sua opinião nos comentários sobre qual perfil você considera ideal para a seleção italiana nos próximos ciclos.
