
Quinta-feira, 23 de julho de 2026, a Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou a Operação Negócio em Família, em Ceilândia (DF). O objetivo da ação foi cumprir mandados relacionados ao tráfico de entorpecentes na QNN 3, Ceilândia. No imóvel alvo, um tio e três sobrinhos foram presos; o local funcionava exclusivamente como ponto de venda de drogas, não como residência.
Veja o resumo da operação: o monitoramento previo apontou transações de compra e venda de entorpecentes no endereço, com um integrante atuando como contenção e vigilância, orientando usuários, alertando sobre a presença policial e operando a entrega das drogas.
Ao serem abordados pela equipe, os quatro investigados tentaram fugir, mas foram capturados. Durante as buscas no local, foram apreendidas porções de maconha, haxixe, cocaína e crack, bem como balanças de precisão e dinheiro em espécie, todos relacionados à venda de entorpecentes. O imóvel não era utilizado como residência, mas apenas como ponto de venda.
Mais detalhes da operação:
- Além do tio e dos sobrinhos, um quinto homem, de 26 anos, desobedeceu ordens dos policiais e foi preso em flagrante por desacato à autoridade;
- Os quatro investigados foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico;
- Todos possuem antecedentes policiais. Um deles está em liberdade condicional em decorrência de condenação por homicídio;
- O investigado que exercia a função de contenção possuía mandado de prisão em aberto;
- O homem de 26 anos, autuado por desacato, foi liberado após compromisso de comparecimento em juízo; a relação dele com a família não ficou clara.
Celular furtado
Ainda durante as diligências, um usuário que deixara o imóvel foi abordado. Com ele, foram encontradas três pequenas porções de maconha. O homem informou ter pago R$ 250 pela droga, destinada ao consumo próprio.
Na abordagem, verificou-se também a posse de um celular com registro de furto, o que configura o crime de receptação. Ele responderá por esse delito.
Ap&os; lavratura dos procedimentos de polícia judiciária, todos os presos foram encaminhados à Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP/PCDF), onde permanecerão à disposição da Justiça.
