Resumo jornalístico
- Feira de Santana, BA: episódio durante a chegada de ACM Neto (União) impede pouso; coronel afirma sabotagem e encaminha evidências à polícia.
- Fotos recebidas mostram fios queimados na caixa de energia; investigação apura se foi acidente ou ato deliberado.
- Acontecimento ocorre na noite de quarta-feira (12); Neto tinha encontro com apoiadores, cancelado e comunicado pelo prefeito José Ronaldo (União).
- Declarações foram feitas na AL-BA, durante homenagem aos 215 anos da ACB; Coronel elogia a entidade e comenta cenário político e sessões híbridas do Senado.
Feira de Santana, Bahia — Durante a aproximação da aeronave de ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e candidato ao governo, as luzes da pista do aeroporto de Feira de Santana se apagaram, forçando o retorno da aeronave. O episódio ocorreu na noite de quarta-feira (12). O senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou acreditar em sabotagem e disse ter encaminhado à polícia as evidências recebidas.
Segundo Coronel, ele inicialmente tentou acreditar que o apagão não havia sido proposital, mas recebeu imagens na manhã seguinte que mostram fios queimados e arrancados da caixa de energia. O material foi enviado à polícia para apurar se o episódio foi acidente ou ação deliberada.
Como aconteceu O episódio ocorreu na noite de quarta-feira (12), quando o avião com ACM Neto se preparava para descer; Neto tinha encontro com apoiadores na cidade, que precisou ser cancelado. O público foi informado pelo prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União), que explicou a situação após conversar com Neto por telefone e constatar que a viagem de carro atrasaria demais a agenda.
Contexto institucional As declarações foram dadas durante uma sessão especial da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) em homenagem aos 215 anos da Associaç?o Comercial da Bahia (ACB), ocasião em que Coronel elogiou a entidade, chamando-a de “ícone do comércio baiano” com tradição secular.
Observações políticas Em entrevista, Coronel comentou brevemente sobre reportagens recentes envolvendo um ex-sócio de João Roma e contratos bancários, evitando emitir juízo de valor e destacando que não é juiz ou delegado, mas afirmou confiar na lisura do companheiro de chapa. Por fim, destacou que o andamento das pautas no Senado durante as campanhas tem sido facilitado pelo modelo de sessões híbridas, permitindo votação remota de projetos importantes, como autorizações de empréstimos para Salvador e São Paulo.
