Resumo: Em Montes Claros (MG), o ex-governador Romeu Zema lança a candidatura à Presidência pelo Novo, com foco na segurança pública. O discurso critica impunidade, propõe endurecimento de penas e a construção de um superpresídio no Norte; temas de defesa da atuação internacional brasileira.
Montes Claros, MG – Em seu primeiro discurso de campanha à Presidência da República pelo Novo, realizado neste domingo (16), Romeu Zema apresentou a candidatura e colocou a segurança pública no centro de suas propostas.
O ex-governador de Minas Gerais criticou a impunidade no país, afirmando que a Polícia Militar prende, enquanto a Justiça solta. Ele disse ainda que criminosos que estupram e matam não devem permanecer livres.
“Quero o brasileiro se sentindo seguro, podendo andar com o celular na rua. Já fui assaltado três vezes”, afirmou durante o ato. “Mas vamos mudar isso. Vamos colocar para mofar na cadeia quem estupra, quem mata e hoje fica solto infernizando a vida das pessoas de bem”, completou.
Durante o lançamento, a cobertura contou com a presença do Estadão, iniciado com uma missa na cidade do interior mineiro. Zema relatou já ter sido vítima de assalto três vezes e reiterou a defesa de que o cidadão possa andar pelas ruas com tranquilidade.
Entre as propostas, o ex-governador anunciou a construção de um superpresídio na região Norte do país, destinado a lidar com líderes de facções criminosas. A ideia faz parte de seu eixo de combate à criminalidade.
No campo internacional, Zema afirmou condenar o alinhamento do Brasil com regimes autoritários e criticou a condução da diplomacia brasileira.
