Resumo: PEC 221/2019, que altera a jornada de trabalho 6×1, não foi encaminhada pelo presidente do Senado à CCJ até o fim desta quinta-feira (20). Davi Alcolumbre afirma ter mantido conversa com o presidente Lula e diz que enviará à CCJ três propostas: fim da escala 6×1, PEC da Segurança Pública e Política Nacional de Minerais Críticos. A tramitação segue na Mesa Diretora, enquanto o governo busca indicar um relator próximo ao Planalto, com Omar Aziz e Rogério Carvalho citados como opções. Fonte: CNN e site do Senado.
Senado Federal, Brasília —
até a noite desta quinta-feira (20), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não encaminhou à CCJ a PEC 221/2019, que modifica a jornada de trabalho 6×1, apesar de ter anunciado, na semana passada, que retiraria a matéria da gaveta.
Em nota à imprensa, Alcolumbre informou ter mantido uma “importante conversa institucional com o presidente Lula” e afirmou que encaminharia à CCJ três propostas que estavam paradas na Mesa Diretora: o fim da escala 6×1, a PEC da Segurança Pública e o projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (terras raras).
O site oficial do Senado, até as 19h50 desta quinta, mostra que o projeto segue parado na Mesa Diretora, aguardando despacho do senador Davi Alcolumbre para ser enviado à CCJ.
Em entrevista à CNN, o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, afirmou que só escolherá o relator da PEC da jornada 6×1 após a matéria chegar ao colegiado, e que não pretende assumir a relatoria.
Os líderes do governo Lula no Senado desejam conversar com Otto Alencar para emplacar na relatoria um parlamentar ligado ao Palácio do Planalto. Nomes como Omar Aziz (PSD-AM) e Rogério Carvalho (PT-SE) já foram citados como opções.
