Resumo: A PEC 6×1, que altera a jornada de trabalho, volta a ganhar tração no Senado, com a CCJ prevista para apreciar a matéria em 2 de setembro e possível encaminhamento ao plenário.
Randolfe Rodrigues, líder do Governo no Congresso, afirmou haver votos para aprovação e destacou que a medida representaria a maior conquista para trabalhadores desde a Constituição de 1988.
O relator Omar Aziz disse não pretender alterar o texto aprovado pela Câmara e aposta na aprovação pela CCJ; Otto Alencar disse haver apoio suficiente e prometeu tratar a pauta com equilíbrio e celeridade; Davi Alcolumbre sinalizou adiar a votação para depois das eleições.
No Senado, a PEC 6×1 continua em evidência, com a CCJ prevista para deliberar sobre o mérito em 2 de setembro e a possibilidade de encaminhar o texto ao plenário, conforme interlocutores próximos à Casa.
Randolfe Rodrigues reforçou, em redes sociais, a expectativa de avançar na tramitação, reiterando que a agenda atual foca em benefícios para trabalhadores.
O relator Omar Aziz reiterou que não pretende introduzir mudanças de mérito no texto aprovado pela Câmara e manteve a previsão de aprovação pela CCJ, conforme informações divulgadas pelo jornal O Globo.
Otto Alencar, presidente da CCJ, afirmou haver votos suficientes para a aprovação e prometeu tratar a pauta com equilíbrio e celeridade, alinhando-a a outras propostas do governo Lula voltadas à segurança pública.
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, sinalizou que a votação em plenário pode ficar para depois das eleições, segundo interlocutores ouvidos pelo Valor Econômico, com a oposição mantendo posição contrária à PEC.
