Arte no Dique promove nova edição do TAMBA

Escrito por: Diógenes Cunha

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Resumo: Em Santos, o Instituto Arte no Dique recebe Eder “O” Rocha para a nova edição do TAMBA – Festival do Tambor Neguinho do Samba. Workshop de percussão no dia 22/set às 15h e apresentação percussiva no dia 23/set, também às 15h. Curadoria de Ary Dias; homenagem a Neguinho do Samba e foco no intercâmbio entre referências da percussão brasileira. Local: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1.349, Santos.

Santos, SP – O Instituto Arte no Dique abre as portas para a nova edição do TAMBA – Festival do Tambor Neguinho do Samba, com a participação do baterista e percussionista Eder “O” Rocha. O evento oferece um workshop de percussão no dia 22 de setembro, às 15h, seguido de uma apresentação percussiva no dia 23, também às 15h. As atividades são gratuitas e ocorrem na sede da instituição, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 1.349, em Santos.

Com curadoria do percussionista Ary Dias, o TAMBA homenageia Neguinho do Samba, criador do samba-reggae, e promove encontros entre grandes referências da percussão brasileira, jovens músicos e a comunidade. A proposta é estimular o intercâmbio artístico, a formação cultural e a valorização dos saberes e das tradições que atravessam a música brasileira.

Eder “O” Rocha chega ao festival com uma trajetória construída entre a música popular, a pesquisa e a formação de novos músicos. Seus estudos começaram em 1983 e, dez anos depois, concluiu formação técnica pelo CPCMR – Centro Profissionalizante de Criatividade Musical de Recife. Ao longo da carreira, atuou em big bands, bandas e orquestras sinfônicas, além de vários grupos da música popular.

O TAMBA nasceu justamente para criar esses encontros. Quando um músico com a trajetória do Eder chega ao Arte no Dique e divide o que aprendeu ao longo de tantos anos com os nossos jovens, não estamos falando apenas de técnica. Estamos falando de história, de memória, de troca e de possibilidades. O tambor sempre esteve na origem do Arte no Dique e continua sendo uma ferramenta de formação e transformação”, afirmou Zé Virgílio, fundador do Arte no Dique.

As atividades reforçam o papel da percussão como ponte entre gerações, oferecendo espaço para aprendizado, experimentação e celebração das tradições musicais brasileiras, com o objetivo de fortalecer a cena local e estimular novas perspectivas para quem atua no setor.

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