Resumo
PF e Receita Federal investigam vínculos entre combustível e recursos ilícitos na 3ª fase da Operação Carbono Oculto.
O ministro Dario Durigan afirma que a Entre Investimentos atuava como intermediária entre o Banco Master e o crime organizado, com recursos usados para ocultar patrimônio e lavar dinheiro.
Informações confirmadas pelo G1.
Palavras-chave: Carbono Oculto, PF, Banco Master, Entre Investimentos, Durigan
Em meio à 3ª fase da Operação Carbono Oculto, a Polícia Federal, com apoio da Receita Federal, investiga a relação entre o setor de combustíveis e um esquema de repasses envolvendo a Entre Investimentos, apontada pela PF como intermediária de repasses para um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que a administradora integra o Grupo Entre e recebia recursos originados tanto do Banco Master quanto do crime organizado, usados para ocultar patrimônio, lavar dinheiro e corromper.
A manifestação ocorre após o desdobramento da 3ª fase da Operação Carbono Oculto, promovida pela PF em conjunto com a Receita Federal, que investiga a ligação entre a máfia dos combustíveis e o esquema de precatórios do Banco Master. As informações foram confirmadas pelo portal G1.

