Resumo: Em Salvador, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) citou ACM Neto (União) durante caminhada de apoio a Lula (PT) na terça-feira (29) e negou a já citada possibilidade de “Lula-Neto” na Bahia. Ele ressaltou ações do governo federal para crianças e jovens, pediu apoio até o fim da campanha e enfatizou a convivência entre diferentes religiões como base da democracia.
Palavras-chave: Jerônimo Rodrigues, ACM Neto, Lula, Bahia, Salvador, caminhada pró-Lula, eleições, Congresso, Minha Casa Minha Vida, água tratada, energia elétrica.
Salvador, BA — O governador Jerônimo Rodrigues (PT) citou o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), durante uma caminhada de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizada nesta terça-feira (29) em Salvador. Em discurso, Jerônimo afirmou que não existe uma aliança com o nome “Lula-Neto” para a disputa eleitoral na Bahia, sinalizando que não há espaço para esse rótulo na corrida regional.
Forgado pelo objetivo de mobilizar apoiadores, o governador destacou que a mobilização teve como motivações a gratidão pelas ações do presidente e a defesa de oportunidades para crianças, adolescentes e jovens. Entre os destaques do governo federal mencionados por Jerônimo estão programas com impactos diretos na população, como o Minha Casa Minha Vida, bem como a ampliação do acesso à água tratada e à energia elétrica.
Ao encerrar o trecho central do guia de apoio, Jerônimo afirmou que Lula representa o “povo brasileiro” e pediu aos presentes que mantenham o apoio até o fim da campanha. “Portanto, eu quero pedir a vocês, até o dia 4, estão faltando 5 dias, para a gente poder garantir que o Brasil continue sonhando. […] Não existe um Lula-Neto, não existe. E essa festa, unida, é para dar energia, para caminhar pelo Brasil”, declarou.
O governador encerrou a fala citando Nossa Senhora Aparecida e defendeu a convivência entre diferentes manifestações religiosas como parte da democracia brasileira. Segundo Jerônimo, o Brasil é um país que abriga evangélicos, católicos, povos de terreiro e espiritas, numa referência à pluralidade que caracteriza a nação.

